
Novidades 2011

A preocupação de alertar para a falsificação da História como arma política da classe dominante tem sido nos últimos anos uma constante no meu batalhar político.
Nunca a humanidade esteve tão desinformada não obstante o gigantesco volume de informação sobre ela despejado. O controlo hegemónico do sistema mediático permite ao imperialismo transformar a mentira em verdade, promovendo a alienação das maiorias.
O esforço para que os povos consigam desmontar a engrenagem da mentira e da desinformação e compreender os mecanismos da opressão capitalista passou a ser por isso uma tarefa revolucionária.
Miguel Urbano Rodrigues

Sobre o livro:
Aquilo sobre que se procura aqui conversar é capaz de ser matéria “muito séria”, mas nada impede que qualquer um possa entender aquilo de que se fala. O “preço das coisas” será apenas o mote a partir do qual se vai discorrendo, livremente e sem grandes preocupações de rigor na forma, embora sempre com preocupação de rigor na substância. Estará aqui subjacente uma crítica – que alguns considerem “feroz” ou “acerba” – daquilo que é o corpo de conhecimentos dos economistas convencionais e a forma como esses académicos vêem o mundo.
Guilherme da Fonseca-Statter
Sobre o autor:
Guilherme da Fonseca-Statter é licenciado em Sociologia do Trabalho pelo ISCSP, fez mestrado e doutoramento em Estudos Africanos no ISCTE.
Actualmente é investigador no Centro de Estudos africanos neste Instituto, onde tem leccionado a convite matérias relacionadas com o desenvolvimento social e económico em África, designadamente sobre temáticas de desenvolvimento empresarial, teorias do subdesenvolvimento e cooperação internacional.
É autor de múltiplos artigos e publicou recentemente os livros Os «Erros» de Marx e as Asneiras dos Outros, Anatomia da Crise; Crónica de um Desastre Anunciado e A África do Sul e o Sistema-Mundo; Da Guerra dos Bóers à Globalização, tendo também participado na organização do livro Empresariado, Empreendedorismo e Desenvolvimento em Angola e Moçambique.

Sobre o livro:
O trabalho aqui apresentado desenvolveu-se no quadro da linha de investigação "Desigualdades, cultura e território" do Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (ISFLUP). No centro da realização desta pesquisa esteve o propósito de problematizar modalidades de mobilização social das classes sociais, nomeadamente da classe trabalhadora.
Sobre o autor:
João Valente Aguiar (1982) é investigador no Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (ISFLUP) e autor de cerca de uma dezena de artigos publicados em revistas com arbitragem científica em Portugal e no estrangeiro. É autor da obra Fascismo e Estado Novo: Uma aproximação ao tema (2008).